O assassinato do ex-prefeito de Barra do Corda, Manoel Mariano de Sousa - o Nenzim - foi esclarecido pouco mais de 24h após ele tombar, vítima de tiro à queima-roupa. A princípio o crime apresentava características de pistolagem - setores da oposição ao governo Flávio Dino, inclusive, chegaram a ensaiar manifestações oportunistas “exigindo apuração dos fatos e justiça”.
Além de parecer um crime de pistolagem, o assassinato de Nenzim se deu numa estrada de pouca movimentação. No local não havia câmeras de segurança e a única pessoa presente à cena do crime era um filho da vítima. Do Palácio dos Leões - sede do governo do Estado, em São Luís - o governador Flávio Dino agiu rápido. Mobilizou todo o aparato da segurança pública. Investigadores da Polícia Civil e homens do Serviço de Inteligência da Polícia Militar passaram a levantar informações que pudessem esclarecer autoria, circunstância e motivação do crime. Ao final restaram presos três envolvidos na morte do ex-prefeito, incluindo o filho que estava com ele.
A ação policial que elucidou um crime tão complexo como este de Barra do Corda - repito, apenas pouco mais de 24h depois da ocorrência -, revela o grau de profissionalismo da nossa polícia. Está claro que o Maranhão vive hoje tempos de mudança também na segurança pública, com apoio indubitável do governador Flávio Dino, que promoveu substancial aumento do efetivo policial, através de concurso público, entregou viaturas e armamentos novos, além de equipamentos de ponta - como o maior instituto de genética forense do Brasil, por exemplo.
Enfim, o que se viu nas investigações da morte do ex-prefeito foi um trabalho de inteligência policial de primeiro mundo.
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