O Grupo Bandeirantes ainda vai ter que repensar as suas contratações. Apesar dos régios salários, elas dão muita dor de cabeça. A cada semana, uma de suas estrelas midiáticas apronta alguma baixaria. O programa que mais tem causado problema para a direção da empresa é o CQC.
O CQC é um programa de baixarias veiculado pela Band que se auto intitula como de humor, cujo formato é uma concessão de uma empresa argentina, surpreende pelo grande sucesso que faz, o que denota o gosto de muita gente pelo bizarro, grotesco, amoral, a falta de ética e desrespeito de seus apresentadores, o que comprova o fato de o pior dentre eles, se é que isso seja possível, o tal do Rafael, vulgo “Rafinha”, ser um dos recordistas de seguidores no Twitter.
O CQC não para de parir aberrações, mas o caso mais emblemático até agora ainda é o de Rafinha Bastos, ao dizer que iria estuprar a cantora Wanessa Camargo, na época grávida de três meses. O imbecil bradou e repetiu no ar que estupraria Wanessa e o filho que ela carregava no ventre.
Em outra infeliz oportunidade, Rafinha disse que “mulheres feias deveriam agradecer, caso fossem estupradas”.
Acuada pela opinião pública decente em razão das suas baixarias, a Bandeirantes demitiu o irascível, desequilibrado, que passou um tempo desempregado, mas já retornou ao ar em rede nacional, porém não no programa do qual participava.
Por incrível que pareça, ainda tem gente que defende esse tipo de atração como uma espécie de ícone da liberdade de expressão.
O CQC apela para costumeiras baixarias, talvez, pela queda de audiência do programa humorístico, conhecido pela técnica invasiva, pelo ataque à reputação de figuras públicas e pelas baixarias deprimentes. Na segunda-feira (15/10), o CQC do direitista Marcelo Tas marcou apenas 2,4 pontos no Ibope. Várias sondagens indicam que este tipo de humorístico está em decadência. Poucos telespectadores dão risadas e muitos se irritam com o baixo nível.
Pelo nível rasteiro e o amadorismo escancarado do rapaz do CQC que a gente viu aqui em Caxias, dá para ver porque o programa está condenado à extinção.
(Com informações do Blog do Miro e Coluna do Leitor)
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