Ricardo Marques

Black Friday: Procon sana dúvidas e apura denúncias em Caxias

Por: Ascom | Publicado: 23/11/2018 12:06 - Atualizado em 31/12/1969 21:00 - 0 comentário


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Promoções da Black Friday movimentam comércio

O Instituto de Proteção e Defesa do Cidadão e Consumidor do Maranhão (Procon/MA) acompanha a demanda da Black Friday, que acontece nesta sexta-feira (23). Para tanto, o órgão sana dúvidas e recebe denúncias relacionadas ao evento. 

Neste período, quando estão previstas as maiores ofertas, o Procon está atento aos preços praticados pelas lojas, tanto físicas quanto online, dificuldades de pagamento, queda de sistema e publicidade enganosa.

Segundo a coordenadora do Procon de Caxias, Ireneide Alencar, os consumidores, também, devem ser fiscais das próprias compras. "Tome cuidado para que a Black Friday não se torne uma Black Fraude, e se tiver os seus direitos de consumidor desrespeitados, nos procure", alerta.

Advogada Ireneide Alencar, coordenadora regional do Procon/Caxias

Para registrar as reclamações, os consumidores podem formalizar a denúncia na unidade de atendimento do Procon, localizada no Viva Cidadão do shopping center, informando dados pessoais e foto-denúncia.

Dicas do Procon

* Sempre pesquisar e acompanhar a evolução dos preços com antecedência.

* Nas compras pela internet, verificar se os sites são confiáveis (podem consultar no site do Procon e do Reclame Aqui se possuem reclamações). Imprimir comprovante de pagamento e salvar os documentos que comprovem a compra. Verificar a política de troca no caso de desistência ou problemas com o produto.

* Nas compras em lojas físicas, pesquisar sobre o produto que você deseja comprar, anotar e guardar as informações e somente depois adquirir o produto, pois cada loja tem seu próprio desconto. Também ficar atento sobre a política de trocas.

* Nunca esquecer de pedir a nota fiscal.

* Anotar os dados que permitam identificar e localizar a sede do fornecedor, como CNPJ e endereço físico, pois essas informações são necessárias no caso de precisar recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon ou o Poder Judiciário.

Fonte: João Lopes/Portal Noca



Fonte: Ascom

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