
PM e PM Jr.
Acostumado com as estripulias do ex-prefeito de Caxias e deputado federal cassado por corrupção Paulo Marinho – vulgarmente conhecido pela alcunha de “Paulo Maracutaia” – este redator acabou se confundindo e trocando as figuras. O vice-prefeito de Caxias, Paulo Marinho Júnior, que teve bens penhorados pela justiça.
A decisão é da juíza Alice Prazeres Rodrigues, titular da 16ª Vara Cível da Comarca de São Luís (MA), que abriu prazo de 15 dias para que o vice-prefeito de Caxias, PM Jr – e não PM Pai, como este Blog afirmara há pouco – apresente bens para o fim de penhora, sob pena de suspensão do processo, “nos termos do art. 791, III, CPC, pelo prazo de 1 ano, durante o qual o curso da prescrição ficará suspenso e, após o decurso do referido prazo de suspensão, sem localização de bens penhoráveis, os autos serão arquivados”.
A decisão tem a ver com um processo de número 819354-92.2018.8.10.0001 em que PM Jr. é executado, judicialmente, por uma dívida contraída junto a operadora de telefonia móvel Claro.
DNA
Esse negócio de não pagar as contas parece sina do clã Marinho, cujo patriarca é notório velhaco – não paga viva alma. PM Jr., que se esforça para parecer diferente do genitor, não tem fama de velhaco, embora, certa vez, o rebento não teve um veículo apreendido num mandado de busca e apreensão, graças à intervenção de sua saudosa avó materna, que quitou a dívida.
Mas o jovem precisa atentar-se para não cometer esse tipo de derrapagem ética, que pode abreviar-lhe a carreira política. O exemplo do pai é cruel.
Leilão
O pai é mesmo um desastre no campo ético e moral. A outrora suntuosa Fazenda Estrela, que fica localizada às margens da BR-316, sentido Caxias-São Luís, por exemplo, está colocada a leilão, depois que a justiça determinou a restituição de valores surrupiados do SUS, quando PM era prefeito de Caxias. Até hoje não apareceu comprador – veja aqui.
Laticínio
O maquinário do Laticínio Estrela, que fica na fazenda homônima, também está penhorado, só que pelo BNB.
Aliás, se os fiscais do BNB se derem ao trabalho de olhar dentro do local onde o maquinário do laticínio deveria estar, encontrarão um espaço oco. O local está interditado, mas as máquinas se escafederam de lá.
Uma fonte de credibilidade garante que as máquinas foram retiradas do laticínio, após derrubada da parede de fundo – que depois foi devidamente reerguida –, sem precisar cortar a fita de interdição que isola o local.
Este redator também acha que essa última história é mesmo cinematográfica, porém, partindo da figura... O diabo é quem duvida!
Pelo sim e pelo não, os fiscais do BNB bem que deveriam ir lá, checar in loco. Mas vão precisar olhar dentro da sala, além das fitas de interdição, que continuam intactas.
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Comentários
wagner
18/12/2018 11:17
ESSES DOIS AI NEM EM OUTRA VIDA, TAL PAI,TAL FILHO, UM DESASTRE TOTAL.