
Aprovada este ano pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) e pela advocacia maranhense, a votação online é um processo seguro, moderno e democrático, que facilita o acesso das advogadas e advogados na escolha de seus dirigentes.
Apesar das vantagens da modalidade online, o blog apurou que grupo de Diego Sá, presidente da CAAMA, impugnou o edital da eleição da OAB/MA, na tentativa de inviabilizar o processo que democratiza e amplia a participação da advocacia na votação.
Em âmbito nacional e aqui no Maranhão, outros conselhos de classe, como COREN, CRO, CRC, e também outras seccionais da OAB, utilizam a modalidade online para as eleições desse ano, atestando a confiabilidade do procedimento.
Este ano, além do Maranhão, as seccionas do Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul aderiram ao “online”, buscando facilitar o acesso dos advogados e advogadas no exercício de seu direito ao voto, pois para votar pode ser utilizado qualquer computador com acesso a internet sem necessidade de deslocamento ou impacto na agenda de compromissos.
A votação online é confiável e 100% auditável, como atestado por aqueles que já utilizam a modalidade.
No nosso Estado, o procedimento ficará sob a responsabilidade das empresas Web votos, a mesma que realizará as eleições no Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul e da empresa de auditoria The Perfect Link, com 25 anos de atuação no mercado, líder do seguimento em processos eleitorais e referência na perícia forense computacional.
Também foi apurado por este blog que a votação online no Maranhão contaria com o registro em rede Blockchain, que é o mesmo sistema utilizado para a segurança de Criptomoedas.
Quanto ao retrocesso pleiteado pelo grupo de Diego Sá, a OAB/MA convocou uma reunião do Conselho Seccional para analisar a temática.
Fonte: MARRAPÁ
Deixe seu comentário aqui
Comentários
Nenhum comentário foi encontrado, seja o primeiro a comentar!