Por Cácio Capuama
O governador do Maranhão, o senhor Carlos Brandão, não perdeu tempo do seu direito de ofício ao anunciar a permanência das escolas cívico-militares no interior do estado, se assim for do interesse dos prefeitos. Caso o tema da semana não tivesse ganho tamanha repercussão, é claro que não o faria propagar a relação midiática.
As políticas públicas de educação do Maranhão precisam de muitas melhorias no ensino e aprendizagem, é um déficit social que há anos persiste mas as promessas de melhoras sempre vem à tona nos momentos dos discursos eloquentes.
A situação é muito mais grave no ensino superior da instituição UEMA, que jamais atentou para a deficiência que a mesma tem com a população da região do Baixo-Parnaíba, estimada em meio milhão distribuídos em treze municípios, de forma que nenhum deles tem a presença física (campi) para atender aos anseios das comunidades, contudo, há uma grande necessidade do povo cobrar dos seus representantes políticos regionais a presença desta relevante instituição de ensino, e deixar de enxergar só o voto para fazer valer o relevante mandato a bem da qualidade de vidas dos seus munícipes.
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Comentários
José de Arimatea e Silva
15/07/2023 18:24
Não concordamos com o modelo exibido , até porque a termos atenção ele é excludente , reforça a exclusão pelos níveis educacionais de oferta , não vamos atender a todos ...a busca seria a boa qualidade como clamava Anisio Teixeira ....