O Maranhão continua posicionado como o estado com a menor renda per capita do Brasil.
Por que o Maranhão não consegue avançar no enfrentamento à pobreza? É uma pergunta recorrente, especialmente quando instituições respeitáveis como o IBGE divulgam dados sobre a situação socioeconômica do país. Infelizmente, o estado frequentemente figura entre os de pior desempenho, ocupando muitas vezes a última posição.
Nesta semana, o IBGE revelou resultados da PNAD – a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua – de 2023. O Maranhão continua posicionado como o estado com a menor renda per capita do Brasil, no valor de R$ 945. Era R$ 814 em 2022. Contudo, esse “aumento” não é motivo de comemoração, porque reflete sobretudo os ajustes nos valores dos benefícios fornecidos pelo governo federal. O Maranhão tem a maior proporção de beneficiários de programas de transferência de renda, com duas famílias recebendo o Bolsa Família para cada trabalhador com carteira assinada no estado, de acordo com dados do governo federal do último mês de dezembro.
Prova disso é o aumento na porcentagem da população que vive abaixo da linha da pobreza, de 57,5%, em 2022, para 57,9%. 8,4% vivem atualmente com menos de R$ 200 por mês. Outro dado revelador da pobreza no Maranhão: Somente 5,93% dos habitantes declararam o Imposto de Renda ano passado. Ou seja, 95% dos maranhenses estavam isentos porque ganharam menos de R$ 2,3 mil por mês.
É notório que o Governo do Estado não tem um plano de enfrentamento à pobreza. É sempre o mesmo blá-blá-blá e uma gastança desenfreada de um dinheiro extraído do povo a fórceps por meio de taxas e impostos exorbitantes. O governo parece não admitir que exista pobreza no Maranhão. O general do Exército dos Estados Unidos, Michael Thomas Flynn, já disse que “Você não pode derrotar um inimigo que você não admite que existe.".
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