POR RICARDO MARQUES
O senador Weverton Rocha virou alvo de uma sequência de ataques na mídia e nas redes sociais. Ataques que se repetem, se retroalimentam — e que, na maioria das vezes, não trazem fato novo, não apresentam prova, não se sustentam além da narrativa.
E aqui está o ponto.
A Procuradoria-Geral da República já se manifestou de forma clara: não há materialidade para investigação. Ou seja, quem tem a atribuição de acusar disse que não há base.
Mesmo assim, os ataques continuam.
E continuam por uma razão simples: política.
Weverton tem atuação destacada no Senado. É vice-líder do governo Lula da Silva, foi relator da indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal e agora assume a relatoria da indicação de Jorge Messias para a mesma Corte.
Não são funções menores.
São posições que exigem articulação, trânsito político e, sobretudo, confiança. Confiança do governo e, diretamente, do presidente da República.
E é exatamente isso que o transforma em alvo.
Porque, em política, quem ocupa espaço incomoda. Quem tem influência, atrai confronto. E quem está no centro das decisões passa a ser observado — e atacado.
O problema é quando o ataque substitui o debate.
Quando a narrativa tenta ocupar o lugar do fato.
No fim, o eleitor sabe separar.
E, mais cedo ou mais tarde, o que pesa não é o barulho — é o trabalho.
Veja o comentário em vídeo (aqui)
Fonte: O comentário do dia de Ricardo Marques
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