POR RICARDO MARQUES
Candidaturas não surgem — são construídas.
E essa construção segue um roteiro quase sempre previsível: começa nos bastidores, ganha corpo nas articulações e, em determinado momento, precisa se provar nas ruas.
Os eventos do último fim de semana, protagonizados por Orleans Brandão em Viana e Imperatriz, se inserem exatamente nesse contexto.
Não se trata apenas de multidões.
Trata-se de um movimento.
É o pré-candidato que deixa o ambiente institucional, pisa o chão do interior e testa, diante das pessoas, a capacidade de mobilização, de diálogo e, sobretudo, de conexão.
A Baixada Maranhense e a Região Tocantina, com suas simbologias política e social, não são territórios neutros. São espaços de teste. De afirmação.
E quem consegue reunir, ali, um volume expressivo de gente envia um recado claro ao jogo político: está disposto a entrar na disputa — e a jogar.
Claro, multidão não garante vitória.
Mas a ausência dela, quase sempre, antecipa derrota.
Entre o gesto e o projeto, há um caminho.
E, ao que parece, esse caminho começou a ser percorrido.
Veja o comentário em vídeo (aqui)
Fonte: O comentário do dia de Ricardo Marques
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