
Um conhecido bandoleiro da Região dos Cocais tentou seduzir o governador Flávio Dino com uma proposta indigna, forjada nas práticas sombrias que por muito tempo predominaram nas relações político-eleitorais do Maranhão – modo execrável que persiste por meio de figuras que não se dão o menor respeito. Um torpedo chegou até o mandatário estadual maranhense com a indecorosa proposta de “trocar” o apoio do bandoleiro por R$ 3 milhões e mais quatro prefeituras para “inflar” a candidatura do primogênito que caminha para mais um naufrágio eleitoral.
O bandoleiro recebeu de volta um sonoro não. O governador devolveu que não faz política dessa forma – trocar apoio por dinheiro. O tempo passou, o Maranhão mudou, mas parece que algumas figuras continuam apegadas a velhos vícios – de quando serviam de tentáculos para o atraso.
E é incrível como todo corrupto pensa que todo mundo é igual a ele.
Banido da cena pública por inúmeras condenações criminais – a maioria por corrupção -, há tempos o bandoleiro em questão tenta emplacar o primogênito num mandato qualquer. Parece que não sabe fazer outra coisa na vida senão viver às expensas dos cofres públicos. Agora que a turma que sempre lhe deu asas perdeu força, a boa vida degringolou. Sem credibilidade, tenta se achegar ao governador que mais tem se destacado positivamente no país, segundo a grande imprensa nacional, e caminha tranquilo para a reeleição.
Não se chega até o coração de Flávio Dino com propostas indecorosas, as velhas práticas foram sepultadas. Não atentar-se para nesse fato, que é público e notório, é um crasso erro de leitura da nova realidade na ambiência do Palácio dos Leões. O Maranhão mudou e só não enxerga quem não quer.
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