POR CÁCIO CAPUAMA
O 4º maior colégio eleitoral do Maranhão, a cidade de Timon, com uma estimativa aproximada de 106 mil eleitores, tem deixado o governador Brandão muito pensativo diante dos pré-candidatos que poderão levar o seu apoio nas eleições municipais que se aproximam. E não é para menos, os pretensos nomes não conseguem decolar nas pesquisas, não empolgam.
Diante das tabulações de dados da aprovação popular que o governo Dinair detém, há rumores de que alguns assessores do governador já o aconselham a não se meter na disputa eleitoral de Timon em 2024, deixando cada um dos pré-candidatos a caminharem com suas próprias lideranças, afim de evitar um desgaste político nas eleições estaduais de 2026.
O vai e vem dos oposicionistas ao governo Dinair nos corredores do Palácio dos Leões tentando o apoio palaciano tá igual ao movimento da Rua 25 de Março em tempos de festa natalina. Tudo indica que nas contas do governo do Estado o apoio a ser concedido pelo governador aos partidos aliados poderá lhe custar muito caro, afinal o déficit nas contas do Estado chega na casa dos R$ 300 milhões e ainda tem a defasagem salarial dos servidores que a qualquer momento deflagram uma greve geral. O rugido dos leões poderá virar um miau de gato siamês.
*Autônomo
Fonte: Opinião
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