POR RICARDO MARQUES
O sentido da vida não está escondido em fórmulas mágicas, frases de autoajuda ou promessas de felicidade permanente. A vida, na verdade, não vem com manual. Ela vem com perguntas. E talvez o erro esteja justamente em querer respostas prontas, quando o essencial é a coragem de viver as dúvidas.
O sentido da vida não é chegar, é caminhar. Não é vencer sempre, é insistir apesar das quedas. Não é a ausência de dor, mas a capacidade de transformar dor em aprendizado. Vivemos numa época obcecada por resultados, números e aplausos, mas esquecemos que o que realmente nos define é o que fazemos quando ninguém está olhando.
A vida faz sentido quando assumimos responsabilidade por ela. Quando entendemos que cada escolha tem um custo, e que a omissão também é uma escolha. Faz sentido quando deixamos de culpar o mundo e passamos a nos perguntar: o que estou fazendo com o tempo que me foi dado?
No fim, talvez o sentido da vida seja simples, e exatamente por isso tão difícil: viver com honestidade, amar sem garantia, lutar mesmo cansado, e não perder a dignidade no meio do caminho.
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Fonte: O comentário do dia de Ricardo Marques
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