POR RICARDO MARQUES
As pesquisas para o Senado no Maranhão trazem um dado que chama atenção: mesmo enfrentando uma batalha contra um câncer de mama, o nome de Roseana Sarney aparece liderando a corrida. Não é um detalhe menor. A história política de Roseana, somada ao capital eleitoral que ela ainda conserva, mantém seu nome competitivo — e relevante — no tabuleiro.
Se tiver plenas condições de saúde — e ela já superou adversidades semelhantes no passado —, Roseana tende a ocupar uma das vagas ao Senado na chapa que vem sendo articulada pelo governador Carlos Brandão. Essa composição inclui, como pré-candidato ao governo, o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, além do senador Weverton Rocha, que busca a reeleição.
Uma eventual candidatura de Roseana fortaleceria a chapa governista e, ao que tudo indica, contaria também com o aval do presidente Lula. Ela já foi líder do governo dele no Senado, o que pesa como argumento junto à base lulista no Maranhão. Soma-se a isso a influência política e simbólica de seu pai, o ex-presidente José Sarney, frequentemente consultado por Lula em momentos de crise.
Até agora, Sarney não se moveu publicamente para impulsionar a candidatura da filha — possivelmente em razão da saúde dela. Ainda assim, aliados afirmam que uma vitória de Roseana ao Senado teria forte significado pessoal para ele.
O cenário segue em aberto, mas uma coisa é certa: Roseana continua sendo peça central nesse xadrez político.
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Fonte: O comentário do dia de Ricardo Marques
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