
Flávio Dino e Humberto Coutinho em agradecimento ao povo de Caxias, na noite desta segunda-feira (06)
A vinda do governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, à Caxias, um dia após a histórica e consagradora eleição, é uma inequívoca manifestação de gratidão, apreço, carinho e respeito pelo povo caxiense e seu líder Humberto Coutinho.
FD fez questão de vir e participar da grande festa de agradecimento ao povo caxiense organizada pelo deputado estadual eleito HC.
A eleição dinista para o Palácio dos Leões traz um horizonte carregado de esperança para todo o Maranhão, especialmente para Caxias que foi açoitada pela oligarquia.
Foi aqui, na Terra dos Poetas, que nasceu a carreira político-eleitoral do governador eleito.// FD era juiz federal quando decidiu largar a magistratura e enveredar pela seara eleitoral. HC – então prefeito de Caxias – foi o grande mentor e articulador da campanha de FD – eleito com uma votação estridente – apesar de neófito na época, vez que aquela fora sua primeira experiência como candidato a um cargo público eletivo.
Flávio fez a parte dele enquanto deputado federal. Parte considerável das obras que HC fez em Caxias – e foram muitas – tiveram origem nas emendas parlamentares e articulações do então parlamentar em Brasília.
A exemplo dessa vitoriosa campanha que apeou a oligarquia do poder, foi HC quem bancou e articulou a primeira candidatura de FD para governador, em 2010, quando uma diferença minguada – dois mil votos apenas - o impediu de ir para o segundo turno contra Roseana Sarney, reeleita naquele pleito.
Este ano, foi HC quem, ainda no leito hospitalar do Sírio-Libanês – onde convalescia de uma cirurgia no tratamento ao câncer no estomago –, fechou o apoio de Elisiane Gama – hoje deputada federal eleita – para integrar a chapa pró-FD. A adesão de Elisiane consolidou a ampla aliança oposicionista que apeou a oligarquia do poder, vez que ela estava cotada pelo PPS para também sair candidata ao Palácio dos Leões.
A verdade é que a relação entre HC e FD extrapola a seara do interesse político-partidário-eleitoral. A alquimia entre os dois, de tão forte e espontânea, parece coisa de pai e filho – ou de irmãos, porque um não é assim tão mais velho que o outro.
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